MEC divulga simulados do ENEM!
Operadores Argumentativos
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Concordância Nominal e Verbal
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Resumo: Eles não usam black-tie - Gianfrancesco Guarniere
"(...) Eles não usam black-tie é um texto político e social, sempre atual no qual Gianfracesco Guarnieri criou de um lado, personagens marcantes e populares como Terezinha, Chiquinho, Dalvinha e Jesuíno que nos revelam um mundo alegre, descontraído e aparentemente feliz. Já por outro lado a peça se apresenta forte e densa revelando de maneira real os conflitos que atormentam personagens como Otávio, Romana, Tião, Maria e Bráulio. São tais encontros e são esses momentos alegres e comoventes , que nos provocam o riso e a dor, alegria e tristeza. Assim, se por um lado mostra um olhar profundo dentro da sociedade brasileira, por outro esse olhar vem embalado por um valor poético materializado na visão romântica do mundo de seus personagens.
Embora, na convencional teoria de dramaturgia teatral não se enquadre essa abordagem, o drama social é de natureza épica e por isso mesmo uma contradição em si mesma. Aqui, novamente Guarnieri quebrou também outra regra essencial, presente nos manuais do "bom drama": ao invés de trazer personagens "superiores" como protagonistas, ele se utilizou de gente humilde, trabalhadores comuns, para conduzir sua história. Mesmo as mais simples metáforas, foram pinçadas nos mais básicos valores de nossa cultura popular, como por exemplo, na metáfora do amor, o feijão, prato massivo na América do Sul, teria um "coração de mãe".
A temática não é política, muito menos panfletária. O que discorre são relações de amor, solidariedade e esperança diante dos percalços de uma vida miserável. Assim, a peça alia temas como greve e vida operária com preocupações e reflexões universais do ser humano. Sob o olhar de Karl Marx, em um retrato iluminado por um feixe de luz na parede do cenário, o debate entre a coletividade e o individualismo, simultaneamente cru e sensível, vai crescendo.
Eles não usam black-tie é um marco do teatro de temática social.
Foi com a encenação de Eles não usam black-tie, que se iniciou uma produção sistemática e crítica de textos dispostos a representar as classes subalternas, com ênfase para a representação do proletariado. Nesse sentido, a peça de Guarnieri insere-se num quadro que se ampliou a partir da década de 1950, quando surgiu uma dramaturgia com preocupações ligadas à representação de uma camada específica da sociedade brasileira e, para além disso, em busca da construção de uma identidade nacional pautada em variedades culturais internas."
Nαα'th Mαrtins;*
Resumo: Vidas Secas - Graciliano Ramos
"Graciliano apresenta em vidas secas a dicotomia bruto-homem civilizado. Enquanto homem bruto, Fabiano ainda não sofreu a interferência dos "avanços" alcançados pelo homem moderno. Mantém uma relação natural e autêntica com o mundo que, no entanto, torna-se uma relação problemática no momento em que sofre a mediação dos valores degradados gerados justamente pelos "avanços" da humanidade.
Apesar da situação de extremo atraso econômico do sertão nordestino,ali já se faz presente a influência do surgimento do valor de troca e, em consequência disso, essa sociedade apresenta os seus próprios valores degradados, simbolizados em Vidas Secas respectivamente pelo soldado amarelo, seu Tomás e o Patrão, representantes do homem civilizados. A simples posse desses valores e, de fato, essa sociedade, como todas as sociedades capitalistas em geral, funciona de forma a que somente alguns poucos privilegiados consigam alcançá-los.
O caráter problemático do personagem Fabiano demonstra o lugar central que a figura do herói problemático ocupou no período em que a obra produzida, correspondendo aos dois períodos de maior impulso e otimismo com a industrialização do país. Nesse sentido a obra se coloca como instrumento de denúncia social desse processo de industrialização que se fazia em cima da exploração do trabalho de muitos em benefício de poucos."
Naa'th;*
Obras literárias para o vestibular UFRN 2010.
Fonte.: Comperve
2O perguntas frequentes sobre o novo ENEM.
"Por que o Enem mudou? Segundo o MEC, o vestibular seleciona os melhores estudantes e cumpre sua função. Mas com a unificação dos vestibulares pelo novo Enem, o candidato terá mais chances de ingressar em uma universidade, pois poderá se candidatar a diversas instituições simultaneamente, com diminuição de custos - como o de taxa de inscrição e de viagens para realizar os exames. Além disso, o ministério pretende dar orientações mais claras para mudanças no ensino médio, a partir do novo Enem. Não era possível unificar os vestibulares com o Enem da forma antiga? Segundo o MEC, o novo formato de prova tem mais capacidade de diferenciar as habilidades dos candidatos e de selecionar os ingressantes em uma faculdade. A prova tem questões com níveis de complexidade diferentes e poderá ser comparada ano a ano, já que seguirá um padrão. O novo Enem terá quantas questões? Serão 200 questões objetivas com cinco alternativas. Até o ano passado, eram aplicados 63 testes de múltipla escolha. Haverá redação? Sim. A redação está mantida no novo Enem, no mesmo modelo dissertativo - como já ocorria nas edições anteriores. Quando será aplicado o novo Enem? A prova está prevista para os dias 3 e 4 de outubro. A divulgação das notas nas questões de múltipla escolha ocorrerá em 4 de dezembro. O resultado final, incluindo a redação, sai no dia 8 de janeiro de 2010, diz o MEC. O conteúdo cobrado vai mudar? A prova continuará a avaliar habilidades e competências. O ministro Fernando Haddad já afirmou que o conteúdo cobrado deverá se aproximar um pouco do que é exigido nos vestibulares. O Enem passará, então, a exigir mais conteúdo do que nas edições anteriores. Quais serão as matérias avaliadas? Serão avaliadas quatro áreas do saber: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. Cada uma das áreas deverá ter cerca de 50 testes. Como devo me preparar para o novo Enem? Segundo o MEC, quem está se preparando para o Enem antigo e para os vestibulares não terá problemas na resolução da nova prova. Vai ser preciso saber fórmulas de física e química? De acordo com o MEC, a intenção é diminuir e até mesmo acabar com a "decoreba". As questões deverão fornecer as fórmulas necessárias. Isso não significa que a pergunta vai ficar mais fácil! Será necessário ter bom conhecimento das disciplinas e saber, de verdade, utilizar as fórmulas. Será preciso estudar datas históricas? Pela proposta, a ideia não é cobrar conhecimento enciclopédico. Ou seja, os testes não deverão conter pegadinhas sobre anos ou dias de determinados fatos históricos. O que será cobrado do candidato é o conhecimento aprofundado da história, da relação entre os fatos e as implicações do conhecimento do passado no presente. A prova terá atualidades? Os vestibulares tradicionais e o próprio Enem antigo costumam cobrar atualidades de maneira contextualizada. Ou seja, as atualidades servem como "gancho" para formular um teste ou para o tema da dissertação. Sempre é bom estar informado, para ter facilidade ao elaborar relações entre conteúdos e construir argumentos em um texto. O exame terá questões de inglês? Em 2009, a prova não terá perguntas de língua estrangeira. Para 2010 são previstas perguntas de inglês e espanhol. O MEC ainda não definiu se o candidato poderá fazer a escolha entre um ou outro idioma. Como as faculdades vão utilizar o novo Enem? O MEC definiu quatro formas de utilização do novo Enem na seleção de estudantes. São elas: 1- usar o Enem como prova única para a seleção de ingresso; 2- substituir apenas a primeira fase do vestibular pelo Enem; 3- combinar a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional. Nesta modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do Enem que será utilizado na média definitiva; 4- usar o Enem como fase única apenas para as vagas ociosas da universidade. Terei de escrever de acordo com as novas regras ortográficas? Não. Segundo o decreto que regulamenta o acordo ortográfico, é possível escrever de acordo com a norma antiga até 2012. Os examinadores terão de aceitar as duas grafias. Posso me candidatar a quantas faculdades com o novo Enem? Será permitido que o vestibulando escolha até cinco opções de cursos em instituições de todo o país que aderirem à prova. É permitido escolher diferentes cursos em instituições distintas. Universidades particulares e estaduais poderão adotar o novo Enem? Sim. A adoção é aberta para as instituições que tiverem interesse. USP (Universidade de São Paulo) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) já informaram que não vão trocar seus vestibulares pelo novo Enem de 2009. Como será a inscrição para os vestibulares? O MEC vai criar um sistema na internet para a realização das inscrições. Será um sistema semelhante ao que já é usado no Prouni (Programa Universidade para Todos), que concede bolsas de estudo em universidades particulares. O processo todo será realizado pela internet. Como sei se minha nota no Enem 2009 é suficiente para conquistar uma vaga? O MEC informa que a nota mínima para ingresso em cada curso será atualizada diariamente, em tempo real. Assim, o candidato poderá saber se tem pontos suficientes para conquistar a vaga. Se não tiver, poderá modificar sua escolha quantas vezes desejar, até que termine o prazo de opção. Como o ensino médio muda, depois do novo Enem? É no ensino médio que os interessados em fazer uma faculdade se preparam. Se o processo seletivo de ingresso nas universidades mudar, as escolas terão de ensinar os estudantes. Assim, por conta de uma mudança na avaliação, o MEC pretende que ocorram mudanças no sistema de ensino. Se o Enem quer pautar o ensino médio, quem já fez colegial terá mais dificuldade para fazer a prova? Como a prova não exigirá domínio de conteúdos de memorização, mesmo quem já se formou poderá ter um bom desempenho. Mas a avaliação vai exigir capacidade de relacionar fatos, de aplicar conhecimentos das disciplinas e habilidades de interpretação de texto, gráficos e problemas." Fonte: Mundovestibular Naath' Martins*;
O prazo que foi dados às Universidades Federais acabará nesta sexta, dia oito(08) de maio. Quem aceitou, fim de papo, é hora de se preparar para o novo exame de seleção. Mas será que você sabe tudo sobre as recentes mudanças? Confira algumas das perguntas que rolam entre a maioria dos vestibulandos:
Mudanças Ortográficas
Na verdade, a ABL justifica a mudança como uma TENTATIVA de unificar a língua "portuguesa" nos diversos países dos quais ela é idioma. Porém, muitos críticos dizem que foi somente uma jogada de marketing (assim a meu ver), para tentar vender mais livros e enriquecer umpouquinho mais alguns gramáticos brasileiros.
A questão é: querendo ou não temos de nos adaptar, pois do ano corrente em diante ela fará parte de nossa vida(porém, temos quatro anos para errar e ter desculpas), e passaremos a conviver com ela. Por isso, estou postando duas apostilas contendo As Regras Gerais da nova gramática e O Caso Hífen, que é algo mais específico.
Resumo: Eles não usam black-tie - Gianfrancesco Guarniere
"(...) Eles não usam black-tie é um texto político e social, sempre atual no qual Gianfracesco Guarnieri criou de um lado, personagens marcantes e populares como Terezinha, Chiquinho, Dalvinha e Jesuíno que nos revelam um mundo alegre, descontraído e aparentemente feliz. Já por outro lado a peça se apresenta forte e densa revelando de maneira real os conflitos que atormentam personagens como Otávio, Romana, Tião, Maria e Bráulio. São tais encontros e são esses momentos alegres e comoventes , que nos provocam o riso e a dor, alegria e tristeza. Assim, se por um lado mostra um olhar profundo dentro da sociedade brasileira, por outro esse olhar vem embalado por um valor poético materializado na visão romântica do mundo de seus personagens.
Embora, na convencional teoria de dramaturgia teatral não se enquadre essa abordagem, o drama social é de natureza épica e por isso mesmo uma contradição em si mesma. Aqui, novamente Guarnieri quebrou também outra regra essencial, presente nos manuais do "bom drama": ao invés de trazer personagens "superiores" como protagonistas, ele se utilizou de gente humilde, trabalhadores comuns, para conduzir sua história. Mesmo as mais simples metáforas, foram pinçadas nos mais básicos valores de nossa cultura popular, como por exemplo, na metáfora do amor, o feijão, prato massivo na América do Sul, teria um "coração de mãe".
A temática não é política, muito menos panfletária. O que discorre são relações de amor, solidariedade e esperança diante dos percalços de uma vida miserável. Assim, a peça alia temas como greve e vida operária com preocupações e reflexões universais do ser humano. Sob o olhar de Karl Marx, em um retrato iluminado por um feixe de luz na parede do cenário, o debate entre a coletividade e o individualismo, simultaneamente cru e sensível, vai crescendo.
Eles não usam black-tie é um marco do teatro de temática social.
Foi com a encenação de Eles não usam black-tie, que se iniciou uma produção sistemática e crítica de textos dispostos a representar as classes subalternas, com ênfase para a representação do proletariado. Nesse sentido, a peça de Guarnieri insere-se num quadro que se ampliou a partir da década de 1950, quando surgiu uma dramaturgia com preocupações ligadas à representação de uma camada específica da sociedade brasileira e, para além disso, em busca da construção de uma identidade nacional pautada em variedades culturais internas."
Nαα'th Mαrtins;*
O Direito ao Palavrão
Texto de Luís Fernando Veríssimo.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas Pra caralho, o Sol é quente Pra caralho, o universo é antigo Pra caralho, eu gosto de cerveja Pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não" o substituem. "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma! . O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepne", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o- pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o- pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cú!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cú!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cú!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!". Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda- se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!.
Grosseiro, mas profundo... Pois se a língua é viva, inculta, bela e mal-criada, nem o Prof. Pasquale explicaria melhor. "Nem fodendo..."
Obs.: Lembrando que Veríssimo é um dos escritores cobrados no vestibular desse ano, portanto tratem de se acostumar com ele.
Obs².: CONSEGUI o e-book do livro "Comédias para ler na escola", do Veríssimo. Aproveitem!:D
Apostila de Português
Tamanho do arquivo: 137 Kb
Formato do arquivo: M. Office Word 2003
Créditos: Profº Arimatéia Soares; PEC
NaadxíM.;*
Listão das Obras literárias UFRN!
NaahMartins;*
Apostila da Prof. Cláudia Koslowisk
Apostila de Português
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Link.: SEGURO - UOL Antivirus
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By.: Othon F²
Apostila para concurseiros de plantão!!!
Você que pretende prestar algum concurso públuco, é vital que possua esta apostila de Língua Portuguesa. Um exelente material, de ótima qualidade e confiança, além do site fornecer a opção de velo e baixa-lo pro seu PC. Confira!
Apostila
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By.: Othon F²
Redação: Dicas para se dar bem na redação do Vest. UFRN!!!
Mudanças na Língua Portuguesa
Brasil, Portugal, Cabo verde, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor Leste e São Tomé e Príncipe, os oito países que compõe a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, assinaram o Acordo Ortográfico que estava em discussão desde 1990. Essa reforma propôs mudanças para unificar a escrita do português. Cada país cedeu um pouco para a reforma, passando por um período de adaptação a partir de janeiro do corrente ano até dezembro de 2012, prazo máximo para que as alterações sejam assimiladas por toda a comunidade lusófona. As mudanças atingem cerca de 0,5% do vocabulário do brasileiro. Além da inclusão das letras ''K'', "Y" e "W" no alfabeto, o trema, o hífem e os acentos são as principais alterações. Anote e comece a se adaptar desde já.
ACENTO CIRCUNFLEXO
*As palavras terminadas em: "êem" e "ôo(s)" perdem o acento.
Exs.:
Enjôo- Enjoo
Abençôo- Abençoo
Vêem- veem
ACENTO DIFERENCIAL
*As palavras escritas da mesma maneira, mas com significados diferentes(homógrafas) não levam mais o acento para diferenciação, com exceção daquelas que diferenciam o plural do singular, como " eles têm/ele tem".
Exs.:
Pára(verbo)- Para=para(preposição)
Pêlo- Pelo
Pêra- Pera
HÍFEN
*Não se usa mais hífen em prefixo terminado com vogal com a segunda palavra iniciada com "r" ou "s". Desta nova forma duplica-se a consoante.
Exs.:
Anti-Rugas- Antirrugas
Anglo-Saxão- Anglossaxão
*Usa-se quando o prefixo termina com a mesma vogal que inicia a segunda palavra.
Exs.:
Antiinflamatório- Anti-inflamatório
Arquiinimigo- Arqui-inimigo
*Não se usa mais o hífen quando o prefixo termina com uma vogal diferente da que inicia a segunda palavra.
Exs.:
Auto-escola- Autoescola
Abaixo-assinado(documento)- Abaixoassinado
TREMA
*O sinal "ü" não é mais usado em nenhuma circunstância.
Exs.:
Cinqüenta- Cinquenta
Conseqüência- Consequência
Lingüiça- Linguiça
ACENTO AGUDO
*Os ditongos abertos "éi" e "ói" das palavras paroxítonas.
Exs.:
Jibóia- jiboia
Idéia- Ideia
Geléia- Geleia
PERMANECE:
*O hífen diante do "H" (anti-higiênico)
Diante de duas vogais iguais (contra-ataque)
Quando o prefixo termina com a mesma consoante que inicia a segunda palavra (super-resistente);
Nos prefixos "vice" (vice-presidente), "ex" (ex-namorado), "além" (além-mar), "pós" (pós-graduação), "pré" (pré-requesito), "pró" (pró-cultura) e "recém' (recém-casados).
by: Gaby Morais